Estretiche
MaicknucleaR
Estretiche. Perdida no metro um tanto quântica.
Um cálculo infálivel. Soma de um velho título. De uma velha decadência pertencente aos anjos que caem bebados no chão, a beleza do inferno. Derrama o cósmico mágico no que já é explícito ao sermos nós mesmo! Esparrama essa vital (im)pulsação desesperada. Estratégia!.
Vai. Some no retrovisor. O portal derradeiro das coisas inseguras como fogão em finas placas polares. Milhões de quilômetros a um palmo de distância. Vem. Te espero no lúdico. Aquele com bandeirinhas de países e luzes heinecken, quem sabe somewhere over the rainbow, quem sabe no frio vazio do estacionamento desbotado-cinza, ei, señor: don’ think.
-Think Ludic
-Tá vendo como você é foda. Já temos o nome do nosso bar – todos são foda com o vento a favor, mas ei, señor: don’ think: Think Ludic.
Vai. Cintila noite aqüosa como suores de garrafa trincada. Todo seu lúdico raiar iluminando manchas em calçadas, lavando almas artificiais que surgem na vereda de um licor que não desce.
Já viu asfalto azul? Coisa boba, mas nada se iguala. Vem. Fetiche.
Reverbera a luz do poste em minha rima entrevada. Meu beco favorito é o diabo no corpo das que tocam guitarra. Reluz cabelo ouro bruto, com proposta cênicas, cheiro-cio saindo pela boca. Expelindo conhecimentos profanos e tornando um louco, sultão.
Imagens, amostras delas, rabiscadas em sugestões sensuais de panos malucos.
-Aqui tá tanto frio.
-Então: gruda!!!!
-Amo esse seu jeito maloqueiro…
Maloqueiro…
…gostei da definição!
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mostrei este post pro miranda ele gostou eu gosto muito…